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segunda-feira, 17 de agosto de 2015

PRINCIPAL TRADIÇÃO ESPANHOLA POSTA EM XEQUE

Sete pessoas morreram desde o início de julho após serem chifradas por touros durante festivais na Espanha - quatro delas no último fim de semana. Estas mortes ocorreram em touradas de rua, e não em arenas. Trata-se de um número alto e incomum de fatalidades em período tão curto.
Neste último final de semana um conselheiro municipal estava entre os mortos após ser atingido por um touro em Peñafiel, cidade próxima a Valladolid, ao norte de Madrid, no sábado.
Ainda mais ao norte, um rapaz de 18 anos morreu na noite de domingo após ser chifrado no estômago em Lerin, na Província de Navarra. As outras mortes ocorreram em festivais nas regiões de Valência, Murcia, Toledo, Castelló e Alicante. Touradas ainda são populares na Espanha; entre os fãs está o premiê Mariano Rajoy


No ano passado, mais de 7,2 mil touros e bezerros castrados foram mortos durante corridas de touro na Espanha, segundo informações do site de notícias El Diario. Cerca de 2 mil corridas de touro são realizadas no país anualmente, mas o número têm diminuído. 
Em 2010, a Catalunha se tornou a segunda região espanhola a banir essa tradição - as Ilhas Canárias foram a primeira.
Embora opositores classifiquem as touradas como cruéis, elas ainda têm muitos fãs no país europeu, incluindo o primeiro-ministro Mariano Rajoy.
Uma lei aprovada em 2013 defende que as touradas são parte da herança cultural nacional, e afirma que é dever do Estado "preservá-las e promovê-las", segundo o site do diário El País.
Segundo o professor de Economia Juan Medina, da Universidade de Estremadura, as touradas geraram 282,4 milhões de euros (R$ 1,08 bilhão) em 2013, dos quais 59 milhões de euros (R$ 227 milhões) foram arrecadados com a cobrança do VAT (imposto sobre produtos e serviços).

Fonte: UOL Notícias

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

ONU APROVA ENVIO DE FUNCIONÁRIO DE ALTO NÍVEL PARA O BURUNDI


O Conselho de Segurança saudou a intenção do secretário-geral da ONU de enviar de uma figura de alto nível para o Burundi.
A informação foi dada a jornalistas, esta segunda-feira, após uma sessão do órgão à porta fechada.
Sem mencionar o nome da figura, a embaixadora da Nigéria junto à ONU, Uche Joy Ogwu, disse que a personalidade será despachada em breve para sustentar o momento no país.  A diplomata falou na qualidade de representante do Estado-membro que assumiu a presidência rotativa do órgão em agosto.
A nota realça que os membros do Conselho estão profundamente preocupados com as situações política e de segurança no país africano.
Conselho de Segurança da ONU. Foto: ONU/Loey Felipe

O pedido feito às partes envolvidas é que  retornem a um diálogo inclusivo para alcançar a paz duradoura. O governo burundês foi encorajado a mediar esse processo.
Processo
Os 15 Estados-membros destacaram o papel de mediação da Comunidade da África Oriental e reiteraram o apoio aos esforços de paz no país.
A nota condena o assassinato de General Adolphe Nshimirimana, ocorrido no dia 2 de agosto. No dia seguinte houve uma tentativa de assassinato do ativista dos direitos humanos, Pierre Claver Mponimpa, que foi hospitalizado.
Ao governo burundês, o Conselho pediu que  leve a cabo uma investigação independente urgente a esses atos e garanta que os responsáveis sejam levados à justiça.

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

MUDANÇAS NA BANDEIRA DA NOVA ZELÂNDIA


As bandeiras da Austrália e da Nova Zelândia são muitas vezes confundidas, já que são quase idênticas (a única diferença são as estrelas). Mas isso está perto de mudar. Um painel independente, responsável pela escolha da nova bandeira da Nova Zelândia, divulgou na segunda-feira (10 de agosto) as 40 "semi-finalistas" ao público.
Elas foram escolhidas entre as mais de 10.300 sugestões enviadas pela população. Das 40 opções, quatro serão selecionadas, votadas pela populaão e, em março do ano que vem, a preferida passará por referendo em disputa com a atual bandeira.
A maior parte das opções mantêm a constelação do Cruzeiro do Sul ou referências à ela. Muitas delas também incluem a flâmula com folha de samambaia, planta típica e símbolo do país. Outras exibem o koru, forma espiral que representa o broto da samambaia.
Modelos finalista para a nova bandeira da Nova Zelândia.

A surpresa é que apenas uma das opções incorporou a Union Flag (como é conhecida a bandeira britânica). Parte da população da Nova Zelândia considera a atual bandeira uma referência do passado colonial britânico.
O governo defende a mudança do símbolo do país, ainda que muitos critiquem os curtos envolvidos na troca da bandeira: pelo menos R$ 26 milhões de dólares neozelandeses (cerca de R$ 59,5 milhões).
A discussão sobre a mudança da bandeira dos países colonizados pelo Reino Unido não é nova: em 1965, o Canadá retirou as referências à bandeira britânica e adotou a bandeira vermelha e branca.

Fonte: UOL Notícias

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

TENSÃO ENTRE AS CORÉIAS

O Exército da Coreia do Sul ameaçou com uma retaliação contra a Coreia do Norte após acusar o norte de plantar minas terrestres dentro da fronteira da zona desmilitarizada, que deixou dois soldados feridos na semana passada, no que foi chamado de um ato covarde de provocação.
Houve evidência para concluir que soldados do Norte cruzaram a Linha de Demarcação Militar recentemente para plantar as minas, e Pyongyang "pagaria um preço severo", informou o Exército do Sul durante entrevista coletiva.
"Condenamos veementemente este ato covarde, que seria impensável para um Exército normal", disse o general Ku Hong-mo, do Estado Maior da Coreia do Sul, chamando o ato de violação ao acordo de tréguas que pôs fim à Guerra da Coreia de 1950-1953.
A denúncia pode provocar uma resposta do Norte e aumentar ainda mais as tensões na península coreana.

Fonte: Portal G1

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

70 ANOS DAS BOMBAS DE HIROSHIMA E NAGASAKI

Os bombardeamentos atômicos das cidades de Hiroshima e Nagasaki foram dois bombardeios realizados pelos Estados Unidos contra o Império do Japão durante os estágios finais da Segunda Guerra Mundial, em agosto de 1945. 
Foi o primeiro e único momento na história em que armas nucleares foram usadas em guerra e contra alvos civis.
Depois de uma campanha de bombardeios que destruiu várias cidades japonesas, os Aliados preparavam-se para uma invasão do Japão. A guerra na Europa terminou quando a Alemanha nazista assinou o acordo de rendição em 8 de maio de 1945, mas a Guerra do Pacífico continuou. Juntamente com Reino Unido e China, os Estados Unidos pediram a rendição incondicional das forças armadas japonesas na Declaração de Potsdam em 26 de julho de 1945, ameaçando uma "destruição rápida e total".
A nuvem de cogumelo sobre Hiroshima (esquerda) após a queda da Little Boy e sobre Nagasaki, após o lançamento de Fat Man

Em agosto de 1945, o Projeto Manhattan dos Aliados tinha testado com sucesso um artefato atômico e produzido armas com base em dois projetos alternativos. O 509º Grupo Composto das Forças Aéreas do Exército dos Estados Unidos foi equipado com aeronaves Boeing B-29 Superfortress que poderiam ficar em Tinian, nas Ilhas Marianas. 
A bomba atômica de urânio (Little Boy) foi lançada sobre Hiroshima em 6 de agosto de 1945, seguido por uma explosão de uma bomba nuclear de plutônio (Fat Man) sobre a cidade de Nagasaki em 9 de agosto. Dentro dos primeiros 24 meses após os ataques atômicos, os efeitos agudos das explosões mataram entre 90 mil e 166 mil pessoas em Hiroshima e 60 mil e 80 mil seres humanos em Nagasaki; cerca de metade das mortes em cada cidade ocorreu no primeiro dia. 
Durante os meses seguintes, vários morreram por causa do efeito de queimaduras, envenenamento radioativo e outras lesões, que foram agravadas pelos efeitos da radiação. Em ambas as cidades, a maioria dos mortos eram civis, embora Hiroshima tivesse muitos militares.
Em 15 de agosto, poucos dias depois do bombardeio de Nagasaki e da declaração de guerra da União Soviética, o Japão anunciou sua rendição aos Aliados. Em 2 de setembro, o governo japonês assinou o acordo de rendição, encerrando a Segunda Guerra Mundial. O papel dos bombardeios na rendição do Japão e a sua justificação ética ainda são pontos debatidos entre acadêmicos e na sociedade.


terça-feira, 4 de agosto de 2015

ATENTADO EM SURUÇ

Atentado de Suruç foi um ataque terrorista que aconteceu na parte externa do Centro Cultural Amara, no distrito rural de Suruç, localizado na província de Şanlıurfa, na Turquia, em 20 de julho de 2015. Ao todo, 32 pessoas foram mortas e outras 104 ficaram feridas.
O atentado tinha como alvo membros da Federação de Associações da Juventude Socialista (SGDF), braço do Partido Socialista do Oprimido (ESP), que iam dar uma declaração à imprensa sobre a reconstrução da cidade síria de Kobanî quando o ataque ocorreu. 
Kobani, que está a aproximadamente 10 quilômetros do Suruç, estava sob o cerco das forças do grupo Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL). Mais de 300 membros da SGDF tinham vindo de Istambul para Suruç para participar dos trabalhos de reconstrução em Kobani e estavam hospedados no Centro Cultural de Amara, enquanto se preparavam para cruzar a fronteira. 
A explosão, que foi registrada em vídeo, foi identificada como sendo causada por uma bomba de fragmentação detonada, no que a princípio acreditou-se ser um ataque suicida.
Evidências preliminares já apontavam para o envolvimento do EIIL, o que foi confirmado um dia depois do ataque, quando a organização terrorista assumiu a responsabilidade pelo atentado. O Estado Islâmico tinha tomado a decisão de prosseguir com operações mais ativas no território turco poucos dias antes do ataque.
Corpos das vítimas do ataque terrorista

Şeyh Alagöz Abdurrahman, um estudante de 20 anos de idade de Adıyaman, com possíveis ligações com o EIIL, foi identificado como o autor do massacre. Com exceção de um confronto não planejado entre militantes do EIIL e soldados turcos em março 2014, este foi o primeiro ataque planejado em solo turco feito pelo Estado Islâmico. 
O bombardeio resultou na entrada da Turquia na intervenção militar na Síria e no Iraque, sendo que as operações de combate ao terrorismo em larga escala contra alvos do EIIL e de outras organizações terroristas começou em 24 de julho.
O ataque foi fortemente condenado pela comunidade internacional, além de ter feito com que o Partido da Justiça e Desenvolvimento (AKP), que governa o país, prometesse fechar a fronteira turco-síria.16 A oposição criticou o governo por não ter protegido a fronteira antes.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

ACORDO HISTÓRICO ENTRE ÍNDIA E BANGLADESH

Índia e Bangladesh colocaram em andamento na sexta-feira (31 de julho) um acordo histórico em sua fronteira que permitirá que 50.000 pessoas dos dois lados escolham sua bandeira após décadas em situação de apátridas.
O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, e sua colega bengalesa, Sheikh Hasina, assinaram este acordo sobre a delimitação da fronteira entre seus dois países no início de junho, durante uma visita do chefe do executivo indiano a Bangladesh.
O acordo fixa a fronteira entre os dois países, de 4.000 quilômetros, e põe fim, assim, a uma situação que envenena suas relações desde 1971, quando a guerra de secessão do Paquistão oriental levou à criação do Estado de Bangladesh.

Moradores do enclave indiano de Dasiarchhara, em Bangladesh, comemoram a vigência, a partir da meia-noite deste sábado, do acordo entre Índia e Bangladesh.


Cerca de 50.000 pessoas que vivem em enclaves bengaleses na Índia e em enclaves indianos em Bangladesh tinham, de fato, uma condição de apátridas fronteiriços, e estavam privadas de educação, atendimento médico e serviços públicos, ao não ter acesso aos seus respectivos governos.
Os responsáveis das duas nações içarão suas respectivas bandeiras em um total de 162 enclaves, 111 deles transferidos a Bangladesh e 51 à Índia, um minuto após a meia-noite de sábado local e cada país terá soberania sobre os enclaves situados em seu território.
A população que vive ali poderá decidir se permanece ou parte ao outro lado da fronteira, e poderá adquirir a nacionalidade correspondente a estes enclaves, que deixarão de existir.
Bangladesh havia autorizado este acordo em 1974, mas o Parlamento indiano só o adotou no mês passado.

Fonte: UOL Notícias

sexta-feira, 31 de julho de 2015

PORQUE AINDA TRATAM A NOSSA EDUCAÇÃO DESSA MANEIRA?

Os alunos do 3º ano do ensino médio da escola Major Luiz Cavalcante, da rede pública de Alagoas, em Jacuípe (134 km de Maceió), são obrigados a assistirem aula em uma sala com goteiras. Na quarta-feira (29), eles protestaram e foram com guarda-chuvas e fizeram um vídeo mostrando a situação do local. É possível ver o chão da sala de aula molhado por conta da água.
A reclamação sobre a goteira dos alunos vem desde o começo do ano. "Na quarta-feira teve uma grande chuva e encheu o forro de água. Até pela lâmpada estava saindo água", contou.
Os estudantes foram transferidos para a sala de aula no início do ano – até então, o local estava sem utilização. "A gente estava em outra sala, e desde o começo do ano viemos e estamos sofrendo com as pingueiras. Na quarta-feira cansamos e fizemos esse vídeo para ver se resolvem", diz.
Além da goteira na sala, os alunos reclamam da situação precária da escola. "Não tem ventilador, tem muita banca velha, quebrada, e temos que nos ajeitar pra sentar. As janelas estão todas quebradas. Não tem bebedouro, a gente bebe água da torneira. A gente reclamou até à polícia, dizendo que a escola está abandonada e ficam fumando maconha na quadra ao lado e ficamos sentindo o cheiro na aula", disse.

A diretora da escola, relatou que o problema ocorre porque já existe uma nova escola pronta, para onde os alunos deveriam ter sido transferidos em breve, mas o acesso ainda não ficou pronto.
"A escola está sem verba desde o ano passado porque não pode usar nesse prédio, só pode no prédio novo. Esse acesso à nova escola será feito, já vieram as máquinas aqui, mas é preciso passar o período de chuva. A previsão é que nos mudemos no final de agosto", contou.
Segundo ela, o telhado da sala onde os alunos assistem aulas foi reformado no começo do mês. Ela culpou os gatos dos vizinhos, que quebrariam as telhas. "O retelhamento foi feito na semana do dia seis [de julho], em parceria com a prefeitura. Só que essa sala fica vizinha ao quintal das outras casas da rua, e os gatos sobem sempre e quebram. Já falei com os vizinhos, mas eles dizem que ninguém controla gato", diz.
Sobre a estrutura precária, Silva diz que a responsabilidade de manutenção é dos estudantes. "Algumas coisas como ventiladores e bancas quebradas foram os próprios alunos. No começo do ano reformamos tudo, fizemos conscientização, mas muitos não respeitam", lamentou.

Fonte: UOL Educação

quinta-feira, 30 de julho de 2015

RESGATE DE REFÉNS DO BOKO HARAM


Soldados nigerianos resgataram 71 crianças e mulheres reféns após tiroteios que mataram vários militantes do Boko Haram no nordeste, informou o Exército nigeriano. Alguns dos prisioneiros estavam sequestrados há mais de um ano, segundo relatos.
Um porta-voz do Exército afirmou que 12 pessoas foram resgatadas na quarta-feira, e na quinta-feira outras 59 foram retiradas de aldeias a cerca de 40 quilômetros ao sul de Maiduguri, maior cidade do Nordeste, onde o Boko Haram predomina.
Em outras libertações recentes, idosos também foram retirados de áreas controladas pelo grupo.
Soldados levam crianças resgatadas em Maiduguri /AFP

Centenas de reféns foram libertados em março, quando o Exército declarou que havia tomado de volta todas as cidades controladas pelo Boko Haram. Os extremistas islâmicos, no entanto, continuam a lançar ataques suicidas e invasões a aldeias no Nordeste.
Também na quinta-feira, o Chade relatou ter matado 117 jihadistas em duas semanas, em operações no entorno do fronteiriço Lago Chade. O país comanda uma coalizão com Nigéria, Camarões e Níger para tentar conter o grupo terrorista.
No mesmo dia, os nigerianos anunciaram que o major general Iliyasu Isah Abbah comandará as forças a partir de N’Djamena, capital chadeana.

O líder Abubakar Shekau e os terroristas do Boko Haram.

Fonte: O Globo

quarta-feira, 29 de julho de 2015

INDICAÇÃO DE FILME 05

Hoje, nos 70 anos da II Guerra Mundial, vou indicar dois dos melhores filmes que já vi sobre a II Guerra.
O primeiro é filme "O Jogo da Imitação" que fala sobre um pioneiro na computação que levou um grupo de estudiosos no projeto Ultra, a fim quebrar os códigos de guerra da Alemanha Nazista, ajudando a salvar milhões de vidas e logo depois é condenado pela sua homossexualidade.
E o segundo filme, é um filme brasileiro chamado "Estrada 47" que fala sobre os nossos "pracinhas", os soldados da FEB (Força Expedicionária Brasileira) na II Guerra Mundial, principalmente no território italiano. sobre um fato completamente esquecido pelos brasileiros e no exterior.