Este gráfico foi feito com base em dados da ONU sobre as perspectivas da população mundial.
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quinta-feira, 15 de agosto de 2019
POPULAÇÃO MUNDIAL - ESTIMATIVA ATÉ 2020
No vídeo de hoje, veremos um gráfico dinâmico do canal colombiano la Vida en un Gráfico, uma estimativa do crescimento populacional de todos os países e territórios entre os anos de 2010 até 2020.
DESEMPREGO NOS PAÍSES DA AMÉRICA LATINA (1991-2018)
No vídeo de hoje, publicado pelo canal ARCO, um gráfico dinâmico sobre o desemprego nos países da América Latina nos anos de 1991 até 2018.
De acordo com as informações da Organização Internacional do Trabalho (OIT). As estimativas divulgadas podem ser diferentes de estimativas vindas de outras instituições.
E isso se deve principalmente à falta de transparência nos dados públicos de alguns governos.
E de acordo com a estimativa do Fundo Monetário Internacional (FMI) para taxa de desemprego no ano de 2018, a Venezuela teve uma taxa de 35% e o Brasil teve uma taxa de 12,3%.
quarta-feira, 14 de agosto de 2019
Aula 1.4 - Escalas
Fala pessoal, este é o quarto vídeo falando sobre as escalas. Esta aula ainda faz parte do conteúdo de Cartografia.
*OBS: A próxima aula será sobre os fusos horários e não sobre a LID que será postada depois da aula de fusos horários.
sexta-feira, 9 de agosto de 2019
Inflação nos países da América Latina (1981-2018)
Nesse vídeo, vocês verão um gráfico dinâmico da inflação nos países da América Latina. Vejam como a Venezuela que tinha uma das inflações mais baixas se tornou a maior inflação disparada com mais de 1 milhão e 500%.
Entrem no canal ARCO
https://www.youtube.com/channel/UCnnumV3S6H21mc42MYYWV-Q
quarta-feira, 7 de agosto de 2019
Aula 1.3 - Coordenadas Geograficas
Neste vídeo, iremos falar sobre as coordenadas geográficas e para que ela serve e porque ela é utilizada com grande frequência nos dias de hoje.
quarta-feira, 31 de julho de 2019
Aula 1.2 - Paralelos e Meridianos
Segunda aula postada, agora citando os paralelos e os meridianos. Este conteúdo ainda faz parte da área de Cartografia.
terça-feira, 23 de julho de 2019
Aula 1.1 - Cartografia
Esta é a minha primeira aula no YouTube. Estou iniciando um projeto de mini-aulas ou pílulas. Já estou com outras aulas gravadas e pretendo postar mais.
Por favor, se você gostar do vídeo e puder dar uma força, por favor, deixe o seu like e se inscreva no Canal da Pangea.
Obrigado.
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Obrigado.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019
REPRESSÃO E MORTES NA VENEZUELA PRÓXIMAS A FRONTEIRA COM O BRASIL
Um grupo de 22 deputados de partidos opositores da Venezuela que está na cidade de Santa Elena , a 15 quilômetros da fronteira com o Brasil , denunciou nesta sexta-feira "uma brutal repressão militar a comunidades indígenas que estão colaborando para conseguir a abertura do canal humanitário". Segundo disse ao GLOBO a deputada Olivia Lozano, pelo menos 12 indígenas foram feridos e uma mulher identificada como Zoraida Rodriguez morreu em um violento incidente perto de Santa Elena. O deputado opositor Américo De Grazia, que está na cidade, confirmou a morte ainda do marido de Zoraida, Rolando García.
Ao menos quatro militares foram sequestrados depois de dispararem contra os indígenas. De acordo com o suspervisor-chefe da delegacia de Santa Elena, foram retidos o tenente de fragata Roselino José Leal Contreras, o sargento Carlos Alfredo Chirvita Marino, o 1º tenente José Antonio Gomez Sifontes e tenente Grecia del Valle, única mulher no grupo.
Os feridos foram primeiramente atendidos no hospital de Santa Elena, mas tiveram que ser transferidos por falta de insumos médicos. Eles foram levados em duas ambulâncias para a cidade de Pacaraima. A passagem dos veículos foi autorizada pelos guardas venezuelanos, apesar do bloqueio. De lá, seguiram para Boa Vista. As ambulâncias foram primeiro para o Hospital Délio Tupinambá, o único de Pacaraima, mas depois saíram com destino ao Hospital Geral de Roraima, em Boa Vista, a 215 km da fronteira.
— Estamos denunciado o governo Maduro por este ataque. Os indígenas estavam tentando impedir a passagem de blindados militares e foram brutalmente reprimidos — assegurou a deputada da Assembleia Nacional (AN) presidida por Juan Guaidó.Guaidó, autoproclamado presidente interino da Venezuela com apoio do Parlamento, denunciou a repressão no Twitter. "Nossa solidariedade com eles. Não ficará impune".
Os indígenas envolvidos no choque com militares, informaram os deputados, pertencem à comunidade de San Francisco Kumaracapay. Os confrontos foram registrados na comunidade localizada em San Francisco de Yuruaní, no município de Gran Sabana (Bolívar), a cerca de 70 km da fronteira brasileira.
— Estamos reunidos com autoridades políticas da região, prefeitos e chefes de comunidades indígenas. Estão todos decididos a lutar para que a ajuda humanitária que está no Brasil entre em nosso território — afirmou Olivia.Vereador indígena do município da Grande Sabana, na Venezuela, Jorge Pérez confirmou a morte de Zoraida ao jornal local "El Correo del Caroní".
Nas redes sociais, principalmente WhatsApp, circulam fotos e vídeos sobre o violento incidente.
De acordo com a deputada opositora, na madrugada deste sábado congressistas, indígenas e autoridades locais irão até a fronteira para pressionar as forças militares e tentar conseguir o ingresso da ajuda ao país.
Fonte: O Globo
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019
COMO A VENEZUELA CHEGOU AO FUNDO DO POÇO
Um protesto que voltou a reunir milhares de pessoas nas ruas, como há mais de um ano não acontecia, e que terminou com o presidente da Assembleia Nacional, Juan Guaidó, se declarando presidente interino do país, reviveu a oposição e voltou a chamar atenção para a conturbada situação da Venezuela.
Guaidó, membro fundador do partido Vontade Popular, teve sua declaração reconhecida por uma série de países - incluindo o Brasil e os EUA - mas Maduro conta com o apoio dos militares, que denunciam um "golpe de estado", e de aliados como Rússia, China, Cuba, Bolívia e México.
A situação é o mais recente capítulo no tortuoso caminho da democracia do país, e teve início com a posse de Nicolás Maduro para seu segundo mandato como presidente, em 10 de janeiro, já que a reeleição do chavista teve sua legitimidade questionada por diversos países e órgãos internacionais.
Mas há mais de 15 anos o país atravessa uma crescente crise política, econômica e social, que resulta em um êxodo cada vez maior de venezuelanos.
Veja a seguir os principais fatos que contribuíram para que a situação na Venezuela chegasse ao nível atual.
Guaidó, membro fundador do partido Vontade Popular, teve sua declaração reconhecida por uma série de países - incluindo o Brasil e os EUA - mas Maduro conta com o apoio dos militares, que denunciam um "golpe de estado", e de aliados como Rússia, China, Cuba, Bolívia e México.
A situação é o mais recente capítulo no tortuoso caminho da democracia do país, e teve início com a posse de Nicolás Maduro para seu segundo mandato como presidente, em 10 de janeiro, já que a reeleição do chavista teve sua legitimidade questionada por diversos países e órgãos internacionais.
Mas há mais de 15 anos o país atravessa uma crescente crise política, econômica e social, que resulta em um êxodo cada vez maior de venezuelanos.
Veja a seguir os principais fatos que contribuíram para que a situação na Venezuela chegasse ao nível atual.
- Em 2002, Hugo Chávez sofre tentativa de golpe e endurece discurso contra oposição
- Chávez amplia o número de juízes da Corte Suprema e assume controle do Judiciário
- Manifestações ganham as ruas e são duramente reprimidas; líderes de oposição são presos
- Sem referendo prévio, Maduro convoca uma Assembleia Constituinte que assume o Poder Legislativo
- Eleições são adiadas e antecipadas repetidamente e oposicionistas são proibidos de disputar pleitos
- Maduro é reeleito em uma votação acusada de fraude e com resultado não reconhecido por parte da comunidade internacional
- Presidente da Assembleia Nacional, Juan Guaidó se declara presidente interino e é reconhecido por diversos países
Fonte: G1 Notícias
segunda-feira, 5 de novembro de 2018
BOLSONARO SERIA ELEITO NA ARGENTINA?
Na Argentina, a maior parte da opinião pública a ditadura militar do país, que durou de 1976 a 1983, deixou 30 mil mortos e desaparecidos, além dos relatos de tortura e de bebês sequestrados pelo regime e adotados ilegalmente por outras famílias.
Em 2016, uma pesquisa do instituto Ibarómetro apontou que 80,2% dos argentinos tinham "sentimentos negativos" em relação ao golpe de Estado de 1976 e 67,6% diziam que os julgamentos eram importantes.
Essa reprovação ao passado militar, torna pouco possível a chegada na Casa Rosada de um presidente com discursos no "estilo Bolsonaro".
A rejeição dos argentinos à ditadura é explicada por uma série de razões. Entre elas, o papel da Comissão da Verdade no país e o julgamento de militares da ditadura logo na retomada da democracia, além de iniciativas para denunciar crimes cometidos pelo regime.
Na Argentina, os candidatos não utilizam afinidade ou apoio as Forças Armadas como elemento central do discurso político. Isso não quer dizer que muita gente no Senado ou na Câmara não tenha cumplicidades, interesses comuns ou convicções ideológicas próximas, mas há um certo cuidado.
Fonte: UOL Notícias
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